Mas o que significa o termo “Cidades Inteligentes”?

No dia 05 de dezembro, participamos do Encontro de empresas especializadas em projetos de Cidades Inteligentes, no Cecompi em São José dos Campos.

A concepção de Cidades Inteligentes é a resposta aos principais desafios da administração pública. O conceito, ainda pouco conhecido e disseminado em muitos países inclusive no Brasil, embasa iniciativas que visam melhorar a qualidade de vida, aumentar a eficiência dos serviços públicos, e com isso, ampliar a participação dos cidadãos, as condições de sustentabilidade meio-ambiental e fomentar novas oportunidades para as pessoas e empresas.

Por meio do desenvolvimento de novos e avançados serviços apoiando-se no uso intensivo de tecnologias de vanguarda, a ideia é alcançar-se um gerenciamento eficiente dos recursos econômicos no planejamento, gestão e operação dos diferentes serviços municipais oferecidos aos cidadãos. Além disso, trata-se de uma oportunidade única de encontrar novos modelos de gestão e exploração, gerando uma economia significativa, imprescindível em um momento de recursos escassos.

TECNOLOGIA, INTEGRAÇÃO, AUTOMAÇÃO

Nas Cidades Inteligentes é o próprio cidadão que, com o apoio da tecnologia que está ao seu alcance, obtém e gere os serviços da cidade, acessando-os de forma proativa. A Tecnologia da Informação (TI), as ferramentas de gestão da informação, as redes sociais ou as tecnologias vinculadas à comunicação e a interatividade são as grandes viabilizadoras. As soluções disponíveis encontram-se em um estágio avançado e podem ser aplicadas na gestão mais inteligente e eficiente da mobilidade e transporte; das utilities e serviços urbanos; da segurança; serviços sociais, saúde e educação e para viabilizar as comunicações e redes de localização, identificação de pessoas, administração eletrônica, entre outras.

Iniciativas desse tipo demandam o desenho de uma estratégia capaz de representar efetivamente a ideia de cidade inteligente do futuro, enfocando integralmente as perspectivas e áreas chaves, tratando as necessidades peculiares de cada cidade e apresentando soluções para melhorar serviços fundamentais. A idealização da cidade inteligente deve contemplar desde o plano tecnológico até a gestão e integração da informação, além da definição de quais decisões serão automatizadas. Sem falar do plano de interação com os cidadãos, no que está relacionado à mobilidade e serviços urbanos, energia, meio ambiente, educação e segurança.

ACESSO À INFORMAÇÃO

Enfim, as ferramentas tecnológicas a serviço da cidadania já estão disponíveis para atender à demanda cada vez mais urgente por melhoria dos serviços e do acesso a informação. Implementar estas soluções significa transformar o dia a dia dos cidadãos e administradores e, muito mais do que isso, converter os municípios brasileiros em cidades inteligentes, capazes de empregar na prática as tecnologias a serviço da sociedade.

No encontro organizado pelo Cecompi, foi levantada questões importantes para o grupo de empresas envolvidas no projeto.

A THEMPERO é uma empresa especializada em gerir equipes multidisciplinares de forma colaborativa. Sempre inovando e solucionando problemas através das pessoas.

Por isso para 2014, mãos a obra!

Fonte: www.tiinside.com.br

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