Cocriação, você sabe o que é?

A ORIGEM DO TERMO COCRIAÇÃO

O termo surgiu no início dos anos 2000 como desdobramento do termo co-produção, difundido no final da década de 70. Atribui-se ao artigo “Co-Opting Customer Competence”, dos autores Krishnarao Prahalad e a Venkat Ramaswamy na Harward Busines Review, como o grande responsável por difundir o termo quando publicado no ano de 2004.

Nascida dentro do âmbito dos negócios, a cocriação ficou “presa” ao conceito de forma de inovação, onde envolver todos os stakeholders do negócio era e ainda é uma forma de agregar valor, resolver problemas, melhorar produtos ou o conteúdo de marketing. O livro “A Empresa Co-Criativa” dos autores Venkat Ramaswamy e Francis Gouillart, cita vários exemplos praticados por empresas como a Nike e Starbucks que envolveram seus clientes, parceiros e fornecedores no desenvolvimento de produtos melhores e mais apaixonantes porque foram cocriados através de plataformas tecnológicas ou dispositivos altamente conectados.

Mas limitar o conceito da cocriação neste âmbito é muito pobre, pois confundimos o modo com a ferramenta! Cocriamos desde que nascemos e a partir do momento que duas pessoas conversam ou interagem, interferimos mutuamente no que o outro é ou pensa, então já somos resultado da famosa cocriação.

COCRIAR É CRIAR SOBRE A IDEIA DO OUTRO E VICE-VERSA

A necessidade de formatarmos a cocriação em vários frameworks ou ferramentas é porque abandonamos o hábito mais antigo da humanidade… que é conversar… Mas não é o conversar unilateral, aquele que provoca o broadcasting, onde só um fala e o outro só escuta – abandonamos o hábito da conversa onde há a prática de receber e perceber a ideia do outro e construir de forma positiva sobre a colisão entre duas ideias (o filme “De onde vem as boas ideias” expressa bem isso), sem os rescaldos da nossa personalidade heróica, onde eu tenho que saber e resolver tudo sozinho.

Da próxima vez que você ouvir o termo, você já sabe o que significa! Cocriar é conversar construindo sobre a ideia do outro e vice-versa, sem as travas do passado. É ver novas possibilidades, sem o ranço da auto-vitimização.

Boa Sorte!


Texto originalmente publicado no Blog “meuSucesso.com” em 05/12/2014.

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