Antes de cocriar, conecte-se

Por que temos medo do outro? Por que temos medo do confronto?

Faço parte de alguns grupos, onde o objetivo é criar fluxos de trabalho que façam sentido para os envolvidos. A discussão inicial sempre envolve a definição do que une as pessoas, traduzido pelo o tão sonhado "propósito".  

A questão é, mesmo que se encontre o sentido de estarmos juntos, cada um está realmente conectado com o outro?

O paralelo que eu faço é: não soaria estranho se um homem e uma mulher que acabaram de se conhecer, começassem a discutir sobre a cor do quarto do futuro filho?

O que eu quero instigar, não é a conexão pelo romance, mas sim, como nos interligamos a outro ser humano.

Estarmos preenchidos de nós mesmos, significa satisfação com o que somos. Não é buscar no parceiro, sócio ou colega de projeto o que pensamos ser a nossa falta. Este comportamento leva à cobrança, à frustração e o culpar do externo pelo nosso não movimento. Estando inteiro, me conecto com aquilo que há de melhor na relação. Daí para cocriar, é um pulo.

Construir um projeto junto, demanda tempo no amadurecimento do convívio. Não posso ser obrigada a me relacionar ou a fazer algo que eu não queira. Deve ser uma vontade mútua, mais parecido como uma dança...

Amadurecer uma conexão, significa confrontar ideias. É diferente do conflito, onde a discussão é pelo prevalecimento de um único conceito ou raciocínio.

No confronto eu apresento o que eu penso e sinto, mas também escuto e sinto o outro. Se eu estiver mais apropriado de mim mesmo, a cocriação fluirá, porque não terei medo do que o diferente pode me trazer.

Nesta forma de pensar, sentir e agir, não há perdedor ou ganhador, apenas o resultado da cocriação. A mistura do diverso, mas com o incrível respeito pelo indivíduo.

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